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Quais são os mais importantes Símbolos da fé?

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Quais são os mais importantes Símbolos da fé?
São o Símbolo dos Apóstolos, que é o antigo Símbolo batismal da Igreja de Roma, e o Símbolo niceno-constantinopolitano, fruto dos primeiros dois Concílios Ecumênicos de Niceia (325) e de Constantinopla (381) e, ainda hoje, comum a todas as grandes Igrejas do Oriente e do Ocidente.
Antes de tudo, é necessário compreender o que é símbolo: são manifestações verbais da nossa fé, que se revestem com fórmulas que englobam todas as verdades fundamentais nas quais devemos crer. Nossa confissão de fé pode revestir-se de várias fórmulas que ajudam a compreender o mistério do que devemos crer. Mas ao longo dos séculos se tornaram famosas três confissões, que contêm os três artigos mais importantes e que dizem referência “AO PAI, AO FILHO E AO ESPÍRITO SANTO”. Entre as várias fórmulas que a Igreja primitiva conheceu, destacou-se o símbolo dos apóstolos, que é o mais antigo. Segundo uma bela tradição que chegou até nós narrada por São Rufino, depois do Pentecostes, antes que os apóstolos se dispersassem para anunciar o Evangelho, cada um expressou uma...

 

profissão de fé que, reunidas, resultaram no Símbolo dos Apóstolos, que até hoje conhecemos e rezamos na comunidade.
Na verdade, a formulação do Símbolo dos Apóstolos historicamente é mais complexa, foram necessários séculos até que se chegasse à formulação bonita, completa de hoje. É o “credo mais curto”, que no Brasil rezamos com maior freqüência na celebração Eucarística. O outro Símbolo é chamado “niceno-constantinopolitano”, porque faz referência a dois Concílios muito importantes na Igreja que definiram com clareza as verdades que os seguidores de Jesus deveriam esclarecer e anunciar, o Concìlio de Niceia (325) e de Constantinopla (381). Este Credo é mais longo, porque desenvolve as mesmas verdades da fé com maior clareza. É rezado mais raramente aos domingos e nos ajuda a reavivar nossa fé.
O povo se pergunta: quando devemos rezar o Credo? A Igreja dá à profissão de fé um lugar de destaque durante todas as celebrações da Eucaristia em dias de solenidade e aos domingos, para que toda a comunidade recorde comunitariamente as verdades da fé que deve acreditar e viver. O Credo deve ser, sem dúvida, rezado também como devoção particular. Eu gosto, quando inicio minha oração particular, de rezar o Credo, porque nós temos clareza das verdades. Por isso a Igreja, como mãe atenta e pressurosa, convida-nos a reavivar pessoal e comunitariamente os mistérios de nossa fé. Você tem costume de rezar o Credo sozinho? Medite-o e verá como sua fé vai ser mais dinâmica e animada.

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